A hora é essa, a hora é essa (2x)
A hora é essa, a hora é essa
Berimbau tocou na capoeira
Berimbau tocou na capoeira
Berimbau tocou eu vou jogar
Berimbau tocou eu vou jogar
Quem ja foi na Senzala um dia
sabe me dizer como è
Moendo cana e
socando pilão
O negro era escravizado
sob o olho do capitão
De dia trabalhava descalço
com os pes no chão
Moendo cana e
socando pilão
O Negro sofria na senzala
sob a vista do coronel
Que olhava da sacada
Como um raio vem do céu
Moendo cana e
socando pilão
Mas que vida era aquela
Hoje já não existe mais
Como era uns ficar
na mira de um capataz
Moendo cana e
socando pilão
A hora é essa, a hora é essa (2x)
A hora é essa, a hora é essa
Berimbau tocou na capoeira
Berimbau tocou na capoeira
Berimbau tocou eu vou jogar
Berimbau tocou eu vou jogar
The hour has come, the hour has come (2x)
The berimbau played during the capoeira
The berimbau played and I will go play
Whoever has already gone to the straw cabin one day
Can tell what it is like
Grinding sugarcane and
Beating the wooden mortar
The black man was made a slave
Under the captain’s eye
During the day he worked bearfoot
With his feet on the ground
Grinding sugarcane and
Beating the wooden mortar
The Black man suffered in the straw cabin
Under the (watchful) eye of the officer
Who observed from the balcony
Just as a ray (of lightning) comes from heaven
Grinding sugarcane and
Beating the wooden mortar
But what a life that was
Today this no longer happens
Like some used to stay
In the aim of an attendant
Grinding sugarcane and
Beating the wooden mortar
Capitães de Areia e.V. | Wilhelmshavener Str. 32 | 10551 Berlin
Tel.: +49 30 / 395 7883 | Fax: +49 30 / 395 6778 | Email: info@capitaes-de-areia.com